O projeto, transformado em exposição lançada no Recife e em cartaz em São Paulo, é pano de fundo para a aparição dessas mulheres fortes, com uma história pra contar. Conheça algumas delas: Depois de passar oito horas em poder de sequestradores ao lado da filha criança, Beth largou a profissão e se transformou em contadora de histórias, com a missão de dar atenção e afastar crianças carentes da criminalidade. Afastada do sonho de ser professora pelo machismo do pai e do marido, Rosa fez concurso público às escondidas com a “conivência” dos filhos, entrou numa sala de aula pela primeira vez aos 55 anos e hoje ensina as crianças a dizer não à opressão e ao preconceito, falando de autoestima e valorização do negro a crianças da rede pública de ensino e suas famílias.

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